A Comissão Nacional (Portuguesa) de Apoio ao Tribunal Russell sobre a Palestina, já tardava, mas como sei, de experiências anteriores, que existem sempre "sensibilidades" e "fulanidades" a considerar, a equilibrar e a congregar, na criação destas organizações mantinha-me impacientemente expectante.
Até que por fim os meus "filtros" me alertaram para uma notícia sobre uma reunião realizada entre as diversas Comissões Nacionais de Apoio (CNA), reconhecidas à data, e o Comité Organizador Internacional (COI), para prepararem a primeira sessão do Tribunal Russell sobre a Palestina (TRP) a realizar em Barcelona entre 1 e 3 de Março de 2010.
Aqui ficam algumas declarações das diversas CNA, entre elas a portuguesa, e de outras organizações nesta reunião representadas, realizadas na ocasião, após a reunião.
O vídeo contem declarações da organização Catalã, "Amb Palestina al Cor"; das organizações francesas "Observatoire des Armements" e "Urgence Palestine", e das CNA da Bélgica, França, Irlanda, Suíça e de Portugal, neste caso, proferida pelo Professor Alan Storeloff e que começa nos 5:17.
Agora que já temos a CNA portuguesa reconhecida pelo Comité Organizador Internacional (COI) e a funcionar, se bem que ainda em fase de organização, esperemos que o trabalho comece a dar frutos rapidamente pois que para a primeira sessão do TRP faltam apenas 99 dias.
Esta é a lista dos primeiros signatários da CNA portuguesa, por ordem alfabética:
Até que por fim os meus "filtros" me alertaram para uma notícia sobre uma reunião realizada entre as diversas Comissões Nacionais de Apoio (CNA), reconhecidas à data, e o Comité Organizador Internacional (COI), para prepararem a primeira sessão do Tribunal Russell sobre a Palestina (TRP) a realizar em Barcelona entre 1 e 3 de Março de 2010.
Aqui ficam algumas declarações das diversas CNA, entre elas a portuguesa, e de outras organizações nesta reunião representadas, realizadas na ocasião, após a reunião.
O vídeo contem declarações da organização Catalã, "Amb Palestina al Cor"; das organizações francesas "Observatoire des Armements" e "Urgence Palestine", e das CNA da Bélgica, França, Irlanda, Suíça e de Portugal, neste caso, proferida pelo Professor Alan Storeloff e que começa nos 5:17.
Agora que já temos a CNA portuguesa reconhecida pelo Comité Organizador Internacional (COI) e a funcionar, se bem que ainda em fase de organização, esperemos que o trabalho comece a dar frutos rapidamente pois que para a primeira sessão do TRP faltam apenas 99 dias.
Esta é a lista dos primeiros signatários da CNA portuguesa, por ordem alfabética:
- Alan Stoleroff
- Ana Benavente
- António Cluny
- António Eduardo A. Pinto Pereira
- Armando Baptista-Bastos
- Boaventura de Sousa Santos
- Cláudia Loureiro
- Domingos Lopes
- Eduardo Maia Costa
- Henrique de Sousa
- Isabel Allegro de Magalhães
- José Manuel Pureza
- Manuel Carvalho da Silva
- Maria do Céu Guerra
- Mário Ruivo
- Mário Tomé
- Manuel Martins Guerreiro
- Paula Cabeçadas
- Ulisses Garrido
- Vasco Correia Lourenço
- Vítor Manuel Andrade Santos
Do vade-mécum preparado pelo COI para a formação das CNA, publicado no blog do TRP, traduz os dois aspectos, quanto a mim, mais importantes: O perfil recomendado e a sua missão.
O perfil aconselhado para as Comissões Nacionais de Apoio (CNA) pelo Comité Organizador Internacional (COI) é o seguinte:
O perfil aconselhado para as Comissões Nacionais de Apoio (CNA) pelo Comité Organizador Internacional (COI) é o seguinte:
- As CNA são estruturas ad hoc, criadas com o único objectivo de apoiar a realização de um Tribunal Russell sobre a Palestina.
- As CNA são formadas por organizações com dimensão nacional e / ou por indivíduos.
- As CNA são grupos pluralistas, Estão abertos a todos, excepto àqueles que promovam o racismo ou ideologias anti-semita.
- No caso de virem a existir iniciativas regionais num dado país, será promovida a existência de uma coordenação a nível nacional.
Por outro lado é preciso ter em conta a missão que o COI atribui às CNA.
"Sabendo que o COI é responsável pelas decisões estratégicas, cabe às CNA, desde o início, as seguintes atribuições:
"Sabendo que o COI é responsável pelas decisões estratégicas, cabe às CNA, desde o início, as seguintes atribuições:
- Contribuir para angariação de fundos para o TRP.
- Procurar o apoio das pessoas, organizações e associações (sindicatos, ONGs, organizações de direitos humanos, ligas de mulheres, organizações juvenis ...) para criar uma lista de apoio nacional.
- De acordo com o COI, procurar o apoio de pessoas com estatuto internacional e que não exerçam, no presente, qualquer nenhum mandato político actual, para apoio ao Comité Internacional
- Assegurar a mobilização popular no seu país.
- Intervir na Comunicação Social e certificar-se que aquela faz a cobertura do Tribunal Russell sobre a Palestina.
- De acordo com os seus interesses e conhecimentos, e com o acordo do COI, a CNA pode contribuir para o desenvolvimento dos argumentos sobre questões jurídicas específicas levantadas pelo Tribunal. Para isso, sessões de trabalho podem ser organizadas, com a participação de especialistas.
- De acordo com seu interesse e capacidade, e com o acordo do COI, assumir a organização de uma das sessões do Tribunal, se ela tiver lugar no seu país."
Quanto à sua apresentação pública parece que os organizadores apontam para o princípio de Janeiro de 2010. Até lá espero que apesar de tudo continuem a dar prova de vida.


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